Neviim — leitura cabalística
יחזקאל
Texto massorético (hebraico com nikud) e coluna de tradução via acervo público do Sefaria.
Então me levou ao templo, e mediu os pilares, seis côvados de largura de uma banda, e seis côvados de largura da outra, que era a largura do tabernáculo.
E a largura da entrada era de dez côvados; e os lados da entrada, cinco côvados de uma banda e cinco côvados da outra; também mediu o seu comprimento, de quarenta côvados, e a largura, de vinte côvados.
E entrou para dentro, e mediu o pilar da entrada, dois côvados, e a entrada, seis côvados, e a largura da entrada, sete côvados.
Também mediu o seu comprimento, vinte côvados, e a largura, vinte côvados, diante do templo, e me disse: Este é o lugar santíssimo.
E mediu a parede do templo, seis côvados, e a largura das câmaras laterais que estavam em todo o redor do templo, quatro côvados.
E as câmaras laterais eram três sobre três, e trinta por ordem, e entravam na parede que era do templo pelas câmaras laterais em redor, para se susterem nelas, porque não travavam da parede do templo.
E elas eram mais largas por cima, e as câmaras laterais subiam dando voltas até à câmara superior do templo em redor; por isso o templo tinha mais largura em cima; e assim da câmara baixa se subia à mais alta pela do meio.
E olhei para a altura do templo em redor; os fundamentos das câmaras laterais eram da medida de uma cana inteira, seis côvados grandes.
A grossura da parede das câmaras laterais de fora era de cinco côvados; e o que sobrava era o lugar das câmaras laterais, que estavam junto ao templo.
E entre as câmaras havia a largura de vinte côvados em redor do templo, em todo o seu redor.
E as entradas das câmaras laterais estavam viradas para o lugar vazio; uma entrada para o caminho do norte, e outra entrada para o do sul; e a largura do lugar vazio era de cinco côvados em redor.
Era também o edifício que estava diante do lugar separado, à esquina do caminho do ocidente, da largura de setenta côvados; e a parede do edifício, de cinco côvados de largura em redor; e o seu comprimento era de noventa côvados.
E mediu o templo do comprimento de cem côvados, como também o lugar separado, e o edifício, e as suas paredes, cem côvados de comprimento.
E a largura da dianteira do templo, e do lugar separado para o oriente, de cem côvados.
Também mediu o comprimento do edifício, diante do lugar separado, que estava por detrás, e as suas galerias de uma e de outra banda, de cem côvados, com o templo interior e os vestíbulos do átrio.
Os umbrais e as janelas estreitas, e as galerias em redor dos três, defronte do umbral, estavam cobertas de madeira em redor; e isto desde o chão até às janelas; e as janelas estavam cobertas.
Por cima da porta, até ao templo interior, e por fora, e por toda a parede em redor, por dentro e por fora, tudo por medida.
E havia obra de querubins e de palmas; e cada palma estava entre querubim e querubim, e cada querubim tinha dois rostos:
A saber, um rosto de homem para um lado da palmeira, e um rosto de leãozinho para o outro lado da palmeira; assim foi feito por toda a casa em redor.
Desde o chão até por cima da entrada estavam feitos os querubins e as palmas, como também pela parede do templo.
As ombreiras do templo eram quadradas; e, quanto à dianteira do santuário, tinham a mesma aparência.
O altar de madeira era de três côvados de altura, e o seu comprimento de dois côvados; e os seus cantos, e o seu fundamento, e as suas paredes eram de madeira; e ele me disse: Esta é a mesa que está perante a face de Ado-nai.
Tinham, pois, o templo e o santuário duas portas.
E havia dois batentes para as portas; dois batentes que viravam; dois para uma porta, e dois batentes para a outra.
E nelas, isto é, nas portas do templo, havia querubins e palmeiras feitas como estavam feitas nas paredes; e havia uma trave grossa de madeira na dianteira do vestíbulo por fora.
E havia janelas estreitas, e palmeiras de um e de outro lado, pelas bandas do vestíbulo, como também nas câmaras laterais do templo e nas vigas grossas.