Ketuvim — leitura cabalística
תהלים
Texto massorético (hebraico com nikud) e coluna de tradução via acervo público do Sefaria.
De David. Bendito seja Ado-nai, minha rocha, que adestra as minhas mãos para a peleja e os meus dedos para a guerra.
Benignidade minha e fortaleza minha; alto retiro meu e meu libertador és tu; escudo meu, em quem eu confio, e que me sujeita o meu povo.
Ado-nai, que é o homem para que o conheças, e o filho do homem, para que o estimes?
O homem é semelhante à vaidade; os seus dias são como a sombra que passa.
Abaixa, ó Ado-nai, os teus céus, e desce; toca os montes, e fumegarão.
Vibra os teus raios, e dissipa-os; envia as tuas flechas, e desbarata-os.
Estende as tuas mãos desde o alto; livra-me, e tira-me das muitas águas e das mãos dos filhos estranhos,
Cuja boca fala vaidade, e cuja destra é destra de falsidade.
A ti, ó Deus, cantarei um cântico novo; com o saltério e instrumento de dez cordas te cantarei louvores.
Ele é o que dá a salvação aos reis, e o que livra a David, seu servo, da espada maligna.
Livra-me, e tira-me das mãos dos filhos estranhos, cuja boca fala vaidade, e cuja destra é destra de falsidade;
Para que nossos filhos sejam como plantas crescidas na sua mocidade; para que as nossas filhas sejam como pedras de esquina lavradas para a estrutura dum palácio.
Cheios estejam os nossos celeiros, fornecendo todo o provimento; pariam aos milhares e às dezenas de milhares as nossas ovelhas em nossas ruas.
Os nossos bois levem ricas cargas; não haja assaltos nem saídas, nem clamores nas nossas ruas.
Bem-aventurado o povo a quem assim sucede! Bem-aventurado é o povo cujo Deus é Ado-nai.