Ketuvim — leitura cabalística
תהלים
Texto massorético (hebraico com nikud) e coluna de tradução via acervo público do Sefaria.
Junto dos rios de Bavel, ali nos assentamos e choramos, quando nos lembramos de Tzion.
Sobre os salgueiros que há no meio dela penduramos as nossas harpas.
Pois lá aqueles que nos levaram cativos nos pediam uma canção; e os que nos destruíram, que os alegrássemos, dizendo: Cantai-nos uma das canções de Tzion.
Como cantaremos a canção de Ado-nai em terra estranha?
Se eu me esquecer de ti, ó Jerusalém, esqueça-se a minha direita da sua destreza.
Se me não lembrar de ti, apegue-se-me a língua ao paladar; se não preferir Jerusalém à minha maior alegria.
Lembra-te, Ado-nai, dos filhos de Edom no dia de Jerusalém, que diziam: Descobri-a, descobri-a até aos seus alicerces.
Ah! Filha de Bavel, que vais ser assolada; feliz aquele que te retribuir o pago que tu nos pagaste a nós.
Feliz aquele que pegar em teus filhos e der com eles pelas pedras.