Neviim — leitura cabalística
ישעיה
Texto massorético (hebraico com nikud) e coluna de tradução via acervo público do Sefaria.
Peso de Damasco. Eis que Damasco será tirado, e já não será uma cidade, antes se fará um montão de ruínas.
As cidades de Aroer serão abandonadas; serão para os rebanhos, e nelas se deitarão, sem haver quem os espante.
E a fortaleza de Efrayim deixará de ser, como também o reino de Damasco e o resto da Síria; serão como a glória dos filhos de Israel, diz Ado-nai dos Exércitos.
E acontecerá naquele dia que a glória de Yaakov se debilitará, e a gordura da sua carne emagrecerá.
Porque será como quando o segador colhe o trigo, e com o seu braço sega as espigas; será também como o que colhe espigas no vale dos refains.
Mas ainda ficarão nele uns rabiscos, como no sacudir da oliveira, duas ou três azeitonas na mais alta ponta do ramo, e quatro ou cinco nos seus ramos mais frutíferos, diz Ado-nai Deus de Israel.
Naquele dia o homem atentará para o seu Criador, e os seus olhos olharão para o Santo de Israel.
E não atentará para os altares, obra das suas mãos, nem olhará para o que fizeram os seus dedos, nem para os bosques nem para as imagens do sol.
Naquele dia as suas cidades fortes serão como o lugar abandonado do ramo, e da mais alta árvore que abandonaram por causa dos filhos de Israel; e haverá assolação.
Porquanto te esqueceste do Deus da tua salvação, e não te lembraste da rocha da tua fortaleza, por isso plantarás plantas formosas, e a porás com sarmentos estranhos.
No dia em que as plantares as farás crescer, e pela manhã farás brotar a tua semente; porém a colheita será amontoada no dia da enfermidade e das dores insofríveis.
Ai da multidão de muitos povos que bramam como brama o mar, e do rugido das nações, que tão impetuosamente rugem como o ímpeto de impetuosas águas!
Bem rugirão as nações, como rugem as muitas águas, mas ele as repreenderá, e fugirão para longe; e serão afugentadas como a pragana dos montes diante do vento, e como uma coisa, que gira, diante do redemoinho.
Eis que ao anoitecer há pavor, mas antes que amanheça já não aparecem; esta é a porção daqueles que nos despojam, e a sorte daqueles que nos saqueiam.