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Plataforma de estudos judaico-messiânicos, Kabaláh Luriana e espiritualidade profunda sob a orientação do Rav Eliahu Barzilay ben Yehoshua.

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© 2026 Rav Eliahu Barzilay ben Yehoshua. Brit Im Mashiach, Franca, São Paulo.

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Tanach/Iyov/Capítulo 7

Ketuvim — leitura cabalística

Iyov · capítulo 7

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Texto massorético (hebraico com nikud) e coluna de tradução via acervo público do Sefaria.

  1. 1

    Porventura não tem o homem guerra sobre a terra? E não são os seus dias como os dias do jornaleiro?

  2. 2

    Como o servo que suspira pela sombra, e como o jornaleiro que espera pela sua paga,

  3. 3

    Assim me deram por herança meses de vaidade, e noites de trabalho me prepararam.

  4. 4

    Deitando-me a dormir, então digo: Quando me levantarei? Mas comprida é a noite, e farto-me de virar-me na cama até à alva.

  5. 5

    A minha carne se tem vestido de bichos e de torrões de pó, a minha pele se encrespa e se torna abominável.

  6. 6

    Os meus dias são mais velozes do que a lançadeira do tecelão, e se acabam sem esperança.

  7. 7

    Lembra-te de que a minha vida é um sopro, os meus olhos não tornarão a ver o bem.

  8. 8

    Os olhos dos que agora me veem não me verão mais, os teus olhos estarão sobre mim, mas não serei mais.

  9. 9

    Tal como a nuvem se desfaz e passa, assim aquele que desce ao Sheol nunca tornará a subir.

  10. 10

    Nunca mais tornará à sua casa, nem o seu lugar jamais o conhecerá.

  11. 11

    Por isso não reprimirei a minha boca, falarei na angústia do meu espírito, queixar-me-ei na amargura da minha alma.

  12. 12

    Sou eu porventura um mar, ou uma baleia, para que me ponhas uma guarda?

  13. 13

    Dizendo eu: Consolar-me-á a minha cama, meu leito aliviará a minha ânsia,

  14. 14

    Então me espantas com sonhos, e com visões me assombras.

  15. 15

    Pelo que a minha alma escolhe a estrangulação, e antes a morte do que a vida.

  16. 16

    A minha vida abomino, pois não viverei para sempre, retira-te de mim, pois vaidade são os meus dias.

  17. 17

    Que é o homem, para que tanto o estimes, e ponhas sobre ele o teu coração?

  18. 18

    E cada manhã o visites, e cada momento o proves?

  19. 19

    Até quando me não deixarás, nem me largarás, até que engula a minha saliva?

  20. 20

    Se pequei, que te farei eu, ó Guardador dos homens? Por que fizeste de mim o teu alvo, para que eu seja pesado a mim mesmo?

  21. 21

    E por que me não perdoas a minha transgressão, e não tiras a minha iniquidade? Pois agora me deitarei no pó, e de madrugada me buscarás, e não estarei lá.

Tradução: Tradução Brit Im Mashiach (rascunho para revisão)

Fonte dos textos: Brit Im Mashiach. Uso sujeito aos termos do projeto Sefaria.

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